No âmbito do projeto de recuperação da Igreja de Nossa Senhora das Salas, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência da Cultura (PRR), o seu tesouro, que é composto por peças oferecidas pela população ao longo dos tempos, foi analisado pelo especialista em gemologia Rui Galopim de Carvalho, cujo estudo integrará a futura monografia da igreja.
Trata-se de um dos mais importantes acervos de joias conservados no Alentejo, que em breve voltará a estar visitável, revelando o impacto das rotas comerciais abertas pelos nossos navegadores, com especial destaque para a pedras preciosas, na sua maioria, originárias do Brasil.
É um trabalho coordenado pelo Museu de Sines.