Aviso — Acumulação de algas após a Tempestade Gabrielle
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Na sequência da Tempestade Gabrielle, registou-se a acumulação de grandes quantidades de algas marinhas, incluindo a espécie invasora Rugulopteryx okamurae, em várias praias do concelho.
A presença desta biomassa pode originar incómodos e riscos para a saúde, nomeadamente:
- Irritações na pele e olhos;
- Desconforto respiratório em pessoas sensíveis;
- Odores intensos resultantes da decomposição.
➡️ Recomenda-se à população:
- Evitar o contacto direto com as pilhas de algas;
- Manter crianças, idosos e animais de estimação afastados;
- Não recolher nem transportar a biomassa para outros locais;
- Respeitar a sinalização e as orientações municipais.
Desde que esta espécie foi detetada em 2022, nas praias do concelho pelo Laboratório de Ciências do Mar da Universidade de Évora (CIEMAR), o Município de Sines tem vindo a acompanhar a problemática em articulação com investigadores e entidades competentes.
ℹ️ Recorda-se que a Estratégia Nacional para a Gestão da Rugulopteryx okamurae, aprovada pelo Governo (Portaria n.º 270-A/2025/1, de 23 de julho), criou um grupo de trabalho coordenado pela Agência Portuguesa do Ambiente e prevê uma intervenção articulada entre entidades centrais, regionais e locais. Esta Estratégia identifica zonas prioritárias — Algarve, faixa Oeiras–Sesimbra e áreas com fortes depósitos naturais como Sines — e define a ativação imediata de planos de ação, monitorização e mecanismos de apoio aos municípios.
Foi proposto que o Município de Sines integre este Grupo de Trabalho atendendo à proliferação da espécie e à acumulação de biomassa nas praias do concelho, contribuindo para ações de deteção, monitorização, erradicação, mitigação, valorização do resíduo e sensibilização ambiental.
📞 Mais informações: ambiente@mun-sines.pt | Tel.: 927 489 731
📸 Resgate - Associação de Nadadores Salvadores do Litoral Alentejano
📸 Laboratório de Ciências do Mar da Universidade de Évora (CIEMAR)




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